e meu jardim ficará, com sua árvore verdejante,
com seu poço dágua.
Em muitas tardes os céus serão azuis e plácidos,
e os sinos da torre repicarão,
como repicam esta tarde.
Aqueles que me amaram passarão,
e a cidade explodirá de novo cada ano.
Mas meu espírito sempre vagará nostálgico
no mesmo recanto escondido de meu jardim florido."
(Juan Ramon Jimenez. In Viagem a Ixtlan. Carlos Castaneda. Rio de Janeiro: Record, 1986. p. 253)
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