"A globalização, falsa universalização do mundo pela economia, tende não a unir, mas a unificar (a indiferenciar) os repertórios pelos meios de comunicação. E, quaisquer que sejam as reivindicações particularistas, essa unificação se faz em termos de des-cultura. Cultura implica seleção, atribuição de sentido e de valor. Uma cultura universal, que consistisse na comunicação entre as culturas particulares sem que estas fossem brutalmente abafadas, parece um ideal impossível” (PERRONE-MOISÉS, 1998, p. 204).
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