Publicado em 22 Maio 2014
A conferência de abertura do evento promovido pelo Programa Nossa África, intitulada ‘A influência do modernismo brasileiro na construção da identidade literária dos países africanos de língua portuguesa’, foi proferida pelo professor José Benedito dos Santos. O palestrante destacou as influências modernistas, especialmente de autores como Jorge Amado, Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto e Rachel de Queiroz na formação da elite intelectual de diversos países africanos de língua portuguesa.
O destaque foi para Cabo Verde, Angola, e Moçambique. Um exemplo citado pelo professor foi José Luandino Vieira, que publicou o livro de contos Luuanda. O autor chegou a enviar textos para apreciação de Jorge Amado, tal era a influência do escritor baiano em sua obra. Ernesto Lara Filho, outro escritor angolano, dizia-se capaz de “sentir” o Brasil. “Nas décadas de 1950, 1960 e 1970, obras dos escritores modernistas brasileiros entraram na imaginação coletiva dos letrados africanos”, pontuou o palestrante. “São Tomé e Príncipe é outro exemplo de literatura poderosa”, acrescentou ele, cujo destaque é Alda do Espírito Santo, dona de uma obra de enfrentamento social. Ela é autora do livro 1973, intitulado ‘É nosso o solo sagrado: poesia de protesto e luta. Disponível em:http://portal.ufam.edu.br/index.php/2013-04-29-19-37-05/noticia/2403-nossa-africa-encerra-primeiro-dia-com-palestras-sobre-literatura-e-etnobiologia.
A conferência de abertura do evento promovido pelo Programa Nossa África, intitulada ‘A influência do modernismo brasileiro na construção da identidade literária dos países africanos de língua portuguesa’, foi proferida pelo professor José Benedito dos Santos. O palestrante destacou as influências modernistas, especialmente de autores como Jorge Amado, Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto e Rachel de Queiroz na formação da elite intelectual de diversos países africanos de língua portuguesa.
O destaque foi para Cabo Verde, Angola, e Moçambique. Um exemplo citado pelo professor foi José Luandino Vieira, que publicou o livro de contos Luuanda. O autor chegou a enviar textos para apreciação de Jorge Amado, tal era a influência do escritor baiano em sua obra. Ernesto Lara Filho, outro escritor angolano, dizia-se capaz de “sentir” o Brasil. “Nas décadas de 1950, 1960 e 1970, obras dos escritores modernistas brasileiros entraram na imaginação coletiva dos letrados africanos”, pontuou o palestrante. “São Tomé e Príncipe é outro exemplo de literatura poderosa”, acrescentou ele, cujo destaque é Alda do Espírito Santo, dona de uma obra de enfrentamento social. Ela é autora do livro 1973, intitulado ‘É nosso o solo sagrado: poesia de protesto e luta. Disponível em:http://portal.ufam.edu.br/index.php/2013-04-29-19-37-05/noticia/2403-nossa-africa-encerra-primeiro-dia-com-palestras-sobre-literatura-e-etnobiologia.
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