quarta-feira, 30 de novembro de 2016







Capulana é o nome que se dá em Moçambique, a um pano que, tradicionalmente, é usado pelas mulheres para cobrir o corpo, ou parte dele. Pode ser usado no dia a dia como vestimenta, em cerimônias fúnebres, proteger o frio, carregar filhos, cobertor, e outras maneiras. É um elemento do cotidiano africano com grande apelo à identidade de seu povo. Ela pode ser usada como saia (quase sempre), mas também como blusa ou pano da cabeça, costurada ou simplesmente amarrada ao corpo por cima de outra roupa. Também pode ser usada por homens como símbolo de poder e representação de povos tradicionais. Líderes tradicionais, curandeiros e alguns reis a usam em cerimónias. Normalmente são bem coloridas e com desenhos estampados de animais, paisagens e pessoas que contam a história do povo de origem, algumas trazem imagens de lideres políticos, o que torna o vestir africano carregado de mensagem ou significados políticos e sociais. Em Moçambique é um símbolo da guerra de resistência e da ocupação colonial. Por exemplo: o escudo e zagaia representam a luta de resistência contra a penetração colonial. Feita pelas tribos do sul de Moçambique (Changanas, Rongas, Shopes e Ba tswa). A Capulana e um instrumento de identidade e representação social moçambicana, incorporada ao uso cotidiano do povo, elemento tradicional que representa e reforça a cultura africana em qualquer lugar do mundo.

De Moçambique para o mundo.  

terça-feira, 29 de novembro de 2016




"A vida não podia gastar-se em miséria. ― Viver do viver. A vida não podia gastar-se em miséria e na miséria. Pensou, buscou lá dentro de si o que poderia fazer. Seu coração arfava mais e mais, comprimindo lá dentro do peito. O pensamento veio tão rápido e claro como um raio. Um dia ela iria tudo escrever." Conceição Evaristo, em "Becos da Memória”.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016



Ádria Santos adicionou 2 novas fotos —  sentindo-se feliz emUFAM - ICHL.
21 de outubroManaus
Eis que ao chegar no trabalho encontro um mimo do Professor José Benedito Dos Santos. Obrigada colega!

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Interessante, essa é a segunda edição............................. Revisada por mim. Tem um artigo de minha autoria.....
Kenedi Azevedo
Chegaram os livros da 2. Ed. Rev. Interessad@s procurar a Prof. Rita Barbosa.


Nossa como o tempo passa. O Thiago Bayma foi meu orientando na disciplina Literatura Portuguesa I, em 2004. Cristiana Mota parceira de Grupo de Trabalho, na época do mestrado, na UEA.
A noitada do feriadão valeu, por esse reencontro.
Cristiana Mota com Thiago Bayma e José Benedito Dos Santos.
Reencontrando pessoas queridas! ^^


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Nossa como o tempo passa. O Thiago Bayma foi meu orientando na disciplina Literatura Portuguesa I, em 2004. Cristiana Mota parceira de Grupo de Trabalho, na época do mestrado, na UEA.
A noitada do feriadão valeu, por esse reencontro.
Cristiana Mota com Thiago Bayma e José Benedito Dos Santos.
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Artigo "Mia Couto: poder e submissão feminina em Um Rio Chamado Tempo, Uma Casa Chamada Terra" e coautoria da Professora Rita Barbosa de Oliveira (UFAM) publicado na Coletânea "África(s), Índios e Negros" organizada pelo Prof. Dr. Ivaldo Marciano e et al. Recife/PE: Editora Bagaço.
Acabei de receber esses dois exemplares.