"O escritor de crônicas é um construtor efêmero. Seu texto vai ser esquecido no dia seguinte. Diferente do romancista, que possui a ânsia de imortalidade. A crônica de jornal, no mesmo dia em que nasce, já está a morrer. Como as flores, dizia Shakespeare. Nada mais virtual. É claro que existiram Rubem Braga e Machado. Mas gênio não conta. Estão fora da regra, fora do parâmetro humano. A crônica do acontecimento, principalmente, morre logo cedo. "Eu não sabia que você gostava de escrever crônica” .Rogel Samuel.
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