"O leitor é a ferida do livro que ele lê: por sua leitura - a tua, a minha, a nossa - dessangra-se toda a possibilidade totalizante, ideal, da biblioteca em que lê, do livro que lê, ou até a possibilidade de um só leitor que são todos. O leitor é a cicatriz de Babel. O leitor é a fenda, a rachadura na torre do absoluto". In: FUENTES, Carlos. Geografia do romance. Rio de Janeiro: Rocco, 2007, p. 56.
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